Novos consumidores, novos produtos e tudo livre, dizem.
Monday, February 25th, 2008A criatividade humana pode atingir níveis inimagináveis.
Muito dos produtos criados por essas mentes ultracriativas podem ser bem produtivos, outros nem tanto.
Podem ser grátis, outros nem tanto.
Um exemplo desse “nem tanto” é o já conhecido caso dos descontos em aparelhos celulares pós-pagos.
Você ganha um celular, mas tem que comprar um serviço.
E obviamente, com os valores exorbitantes das tarifas, em mais ou menos 6 meses (ou bem menos) você paga – em serviço – o valor daquele aparelho “grátis”.
Mas é um tipo de venda que dá certo, pelo menos por enquanto (não estou dizendo que eu concordo com isso), mas é fato que este é um modelo de negócios que tem grande adesão.
Talvez o Brasil tenha mais celulares que computadores graças a isso.
Outros “novos” produtos e serviços de mentes criativas merecem destaque.
Quem imaginaria que escrever posts com 140 caracteres seria uma coisa “cool” no século XXI?
E que a abertura dos códigos das empresas de software causaria quase que uma psicopatia mashupeira com o surgimento descontrolado de novos serviços e ferramentas, a partir da mistura de ferramentas existentes?
E o e-mail, que antes a gente precisava pagar por ele?
E o google, que dá tudo “de graça” pro usuário/utilizador/consumidor?
Pois é, Chris Anderson, editor chefe da Wired e autor do livro The Long Tail, escreveu um intrigante texto que tem como título a pergunta “Por que $0.00 é o futuro dos negócios?”
A partir do contexto atual ele prevê, e faz suas apostas para o mundo dos negócios pós API, pós web 2.0.
Segundo ele, caminhamos para um mundo livre, e o que vivemos hoje é só a ponta do iceberg.
Leitura quase obrigatória, aqui.


















