Ecos visuais
Tuesday, November 18th, 2008O trabalho da vez do artista Chris Levine é produzir ecos visuais. Impressionante.
O trabalho da vez do artista Chris Levine é produzir ecos visuais. Impressionante.

“The Girfriend Experience” é um projeto de 2007, no entanto, eu só conheci hoje. E provavelmente muito gente nunca ouviu falar.
A idéia do projeto é explorar os limites das experiências amorosas online, mas em formato de jogo.
Pra jogar é preciso o Skype instalado, porque os candidados (avatares) existem de verdade, e conversam com os jogadores em horários pré-definidos. Vai lá.
Daito Manabe é o nome do artista que resolveu fazer experimentos tecnológicos utilizando o próprio corpo.
Vê o vídeo aí. Não sei se digo “bizarro” ou “foooda”. Realmente, esse cara me deixou sem palavras.
Projeto super interessante da artista brasileira Anaisa Franco.
Percebam (no vídeo) que as “cabeças” estão conversando, e as pessoas podem intervir nas conversas enviando conteúdos multimídia via bluetooth. mais aqui.
Sleep Avatar é uma instalação telemática, que busca trabalhar os conceitos de vigilância utilizando um corpo que é monitorado durante o sono.
Pelo site do projeto os observadores/usuários podem manipular os níveis de temperatura da cama em que o corpo está dormindo, ao mesmo tempo em que podem acompanhar as suas reações.
O projeto é do mineiro João Wilbert, e faz parte da conclusão de seu MA em Londres.
A colmeia.tv acaba de colocar online um site com algumas visualizações possíveis do consumo de café que é feito no escritório.
Os caras hackearam uma máquina de café e, a partir dos dados de consumo, criaram mapas visuais dessas rotinas.
Dá pra visualizar por data, hora e dia.
No site está disponível a API da brincadeira, que pode ser misturada com last.fm, delicious, posts em blog, etc.
O limite hoje em dia, de fato, é a imaginação. Vai lá.
Esse “snake game” não é bem da minha época, não me lembro bem, mas sei que ele existiu e que os 80’s maníacos adoram.
Agora, aqui nos nossos anos 2000, um grupo de estudantes resolveu fazer uma releitura no modo de jogar o jogo.
Com aquela máxima (máxima literalmente) de multiplicar as proporções e, de quebra, gerar todo o burburinho, os caras resolveram jogar o joguinho acendendo e apagando as luzes de um prédio.
Assim, as luzes brancas seguem a luz vermelha, e os passantes, nas ruas, acompanham a saga toda.
Cada vez que uma luz branca “come” a luz vermelha, uma nova janela da fachada entra na brincadeira.
E assim a cobrinha iluminada vai aumentando.
Fica mais fácil entender, vendo:
O YouTomb é um projeto do MIT Free Culture que tem como objetivo re-publicar e mapear todo conteúdo retirado do Youtube por violação de direitos autorais.
Por enquanto, me parece que o projeto está em uma fase beta, em que não é possível assistir os vídeos, mas apenas saber quais foram retirados.
O site mapeia tudo em tempo real, e é impressionante a velocidade com que os updates acontecem.

Já tem um tempo que acompanho os trabalhos desenvolvidos no Media Lab Prado, em Madri.
Um dos últimos interessantes que vi foi o Casas tristes.
O objetivo do trabalho é proporcionar uma visão ampla do problema da habitação na Espanha.
Pra isso, os idealizadores contruíram um sistema de visualização de dados, baseado no google maps que mostra as casas tristes (casas vazias) em um mapa.
Qualquer pessoa pode se cadastrar e incluir novos locais.
É bem vinda a discussão coletiva e o questionamento acerca do problema.