Mrs. Dalloway disse que ela própria iria comprar as flores
Wednesday, August 11th, 2010Pra lembrar, pra alegrar:
Pra lembrar, pra alegrar:
Ta aà um negócio criativo que esse povo fez com as funcionalidades novas do Youtube.
Olha só o piano, vai clicando:
E tem mais aqui.
Montes de trabalhos desses artistas novos meio toscos que encontraram na internet um jeito de proliferar bobagens. E que eu adoro. Divirtam-se.
Eu sei que esse tÃtulo parece muito entusiasmado. Mas é que eu me peguei pensando que o discurso de monetização disso, daquilo, de scripts de twitter, de estratégias de social media, bate sem parar SÓ na tecla do uso dessas ferramentas para objetivos comerciais.
Acho que é bom esse movimento todo, acho que ele tem que existir. Afinal de contas, num sistema capitalista, nada vai pra frente se não der dinheiro, não é mesmo?
Mas existe muito mais de uma dúzia de social media experts prontos pra falar sobre as melhores práticas do twitter, do facebook, então eu não vou postar nada disso. Já tem demais, e eu não acredito nessas fórmulas.
O vÃdeo aà embaixo é sobre as mudanças sociais que as mÃdias sociais podem trazer pro mundo. Eu acredito.

O we make money not art publicou uma entrevista com Daphne Dragona, o curador de uma das primeiras, se não a primeira exposição de web arte envolvendo mÃdias sociais, feita em um museu.
E é em um dos mais importantes museus da Europa, o National Museum of Contemporary Art, em Atenas.
A montagem da exposição não tentou forçar a barra, e montar uma instalação de sites pelas paredes do museu. O trabalho foi apenas o de disponibilizar vários computadores no espaço, e deixar os sites abertos, pra quem tivesse curiosidade de navegar.
O curador, quando questionado sobre a finalidade da montagem, uma vez que, se os trabalhos estão na internet, ninguém precisa ir a um museu, respondeu dizendo que embora dê mesmo pra ver tudo em casa, no celular ou no computador do escritório, um museu de arte não pode ignorar as mudanças que a social web trouxe para a arte, e ele precisa sim, mostrar isso no seu espaço fÃsico. Claro que dá pra ver tudo em um site também. Eu achei válido.
Dentre os trabalhos que estão lá, tem dois que eu gosto muito: We feel fine, do Jonathan Harris e o L’ attente – the waiting, do Grégory Chatonsky.
Fifty People, One Question: London from Fifty People, One Question on Vimeo.
Esse projeto aÃ, é incrÃvel! Ele incentiva que as pessoas façam uma mesma pergunta para várias pessoas diferentes, registrem e compartilhem no site. É uma coisa bem Miranda July, assim emocionante.
Pra ver todos os vÃdeos de uma vez só, vai lá no Vimeo. Pra ver as fotos das pessoas que responderam à s perguntas, visite o Flickr. Pra saber as novidades, acompanhe o twitter.
Fifty People One Question é um projeto da Crush+Lovely, em parceria com a produtora Deltree.
Nokia E71 - SHFT - Talking Heads from Sermad on Vimeo.
Então, acho que deve ser a tpm que me faz ver poesia em todas as coisas do mundo, até na propaganda.
O caso é sério, gente.
Vi esse vÃdeo aÃ, feito pra Nokia, e achei incrÃvel. Meio coisa de japonês mesmo, mas eu adoro.
Fui dar uma pesquisada e vi que junto com o esse que eu amei, saÃram mais 3, que eu gostei também, mas não tanto quanto o primeiro. O mote dessa campanha da Nokia é “Beautiful Connections”, que é para promover o modelo E71. Vamos combinar que o conceito é muito bom, chega a ser bonito mesmo.
Lá no site feito para a campanha, descobri que os vÃdeos foram feitos para incentivar os consumidores a produzirem os seus próprios com o tema “Beautiful Connections”.
Eu acho que vale a pena gastar uns minutos com as coisas dessa campanha aÃ.
O trabalho desse cara é bem legal, olha o vimeo dele aqui.